Confiança do consumidor bate recorde
Índice da ACSP/IPSOS de novembro de 2011 atingiu 170 pontos 15/12/2011 08:01
"As medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e pelo governo, ou seja, queda da Selic, incentivo ao crédito e redução do IPI para linha branca, devem influenciar positivamente no otimismo do consumidor e no resultados das vendas de dezembro", diz Rogério Amato, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

De acordo com o Índice Nacional de Confiança ACSP/IPSOS de novembro de 2011 a região Sul continua liderando o otimismo em novembro com 200 pontos, contra 193 pontos em outubro. Em seguida vem a região Sudeste com 173 pontos em novembro, contra 169 pontos em outubro.  A seguir as regiões Norte e Centro-Oeste,  também com 173 pontos em novembro, ante 143 pontos em outubro. Na sequência está a região Nordeste, a menos otimista, mas com expressiva alta, subindo de 120 pontos em outubro, para 142 pontos em novembro.

A classe C dispara no otimismo: sobe de com 163 pontos em outubro, para  outubro,  para 178 pontos em novembro. Em segundo lugar estão as classes A/B, também apresentam salto de 155 pontos em outubro, para 171 pontos em novembro. Como contraponto, as classes  D/E caem de 132 pontos em outubro, para 125 em novembro - provavelmente sentindo o efeito da inflação sobre o salário mínimo (que em novembro ainda é o mesmo).

O cenário de compras de eletrodomésticos melhorou em novembro, com 48% dos entrevistados mais favoráveis, contra 29% dos entrevistados menos favoráveis. Em outubro esses números eram, respectivamente, 45% e 30% dos entrevistados.

Em relação à confiança do consumidor no futuro da economia da sua região, os que acham que ela vai ficar mais forte subiram 43% em outubro, para 43% dos entrevistados em novembro. Já a confiança dos entrevistados que acham que ela vai ficar mais fraca caíram de 14% outubro, para 12% em novembro.

A confiança na condição financeira pessoal dos entrevistados em relação aos próximos seis meses subiu de 54%  dos entrevistados em outubro, para 58% em novembro. Os que acham que a situação financeira vai piorar caíram de 11% em outubro, para 10% em novembro.
 
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