O desafio é saber usar
Feito de maneira correta, call to action ajuda a atrair atenção dos clientes
28 Janeiro 2016  |  09:39h
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Daniel Mourão
Por mais que haja aquelas pessoas diretas, que quando vão às compras, entram na loja, escolhem o que precisam e vão embora. É grande a quantidade daqueles que passeiam entre as vitrines, gostam de ver as araras e experimentar diversas peças. Porém, no e-commerce a realidade é um pouco diferente. Como tudo na Internet, hoje em dia, as decisões nas lojas online são feitas em instantes. Da mesma forma, que também não é muito comum entrar em sites e ficar procurando o que se deseja comprar. Geralmente, o cliente sabe o que deseja, pois já fez uma pesquisa prévia, entre na página e compra. 

Por conta disso, é cada vez mais essencial que as empresas procurem engajar os clientes no exato instante em que eles estiverem em seus sites. E quanto mais da atenção deles for atraída, melhor. Por isso, a estratégia de call to action é uma escolha para muitos e-commerces, que desejam aumentar o número de visitar em conversões. Até porque, como o CEO do Grupo Bbro, Daniel Mourão, comenta o público, hoje, sofre de um grande déficit de memorização, por conta da enorme quantidade de dados que recebe. Então, o CTA ajuda a evitar que aquelas visitas dos consumidores não se tornem em compras e nem que eles se esqueçam da loja. "O desafio é converter na hora da interação e apresentar ofertas que mostram claramente as vantagens de agir naquele momento são decisivas para evitar desperdícios e converter mais e melhor", afirma ele. 

Como em qualquer consumo, o cliente não compra apenas por comprar, ele quer ser instigado e motivado para isso. O mesmo ocorre quando ele possui um item de desejo, quanto mais ele for atraído por uma loja, maior será a chance de ele adquirir nela e não na concorrência. O que faria desse mais um motivo essencial para se investir no call to action. "O cartunista Hugh Macleod disse que ´há bilhões de pessoas neste planeta e que 99,9% delas preferem não lhe dar dinheiro algum´. Ou seja, a questão não é apenas usar ou não a técnica, mas como dever ser usada", analisa o executivo.

E qual é a melhor a forma de usá-la? Mourão acredita que há alguns cuidados que devem levados em conta no momento do planejamento, como: honestidade; concisão qualidade na comunicação; unicidade da oferta; promover sentimento de oportunidade e pertencimento a um grupo seleto; e comunicar a urgência e data da validade da oferta. Utilizando sem exageros, o executivo ainda avalia que essa é uma ferramenta que cabe em qualquer situação e instantes com cliente. "Ela pode ser usada em todas as fases de uma régua de relacionamento, tendo a habilidade de contribuir em todo o processo." 
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