Ainda há otimismo para 2012
Presidentes estão confiantes com o rumo da economia para próximos meses
18 Novembro 2011  |  10:32h
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Após a palestra do economista Paulo Rabello de Castro, os presidentes convidados a participar do debate sobre "O que esperar de 2012?", no X Encontro com Presidentes, expuseram suas argumentações e expectativas. As opiniões, em sua maioria foram positivas e giraram em torno da economia. O primeiro a explanar seu ponto de vista foi o presidente do iGeoc e da NovaQuest, Jair Lantaller, que prevê que com o crescimento da renda dos empregos, os bancos aumentem a intermediação financeira. Outros pontos abordados por Lantaller foram a ascensão da classe C e D, o aumento da aquisição de produtos não duráveis, além da estimativa da continuidade de crescimento da carteira do financiamento de veículos.

Em seguida, Dorival Dourado, presidente da Boa Vista Serviços, destacou as vantagens do Brasil em ter divergência cultural e vitalidade do mercado interno. "Nós temos a elasticidade do crédito, por exemplo, e isso colabora para criarmos um cenário positivo", opina. Dourado também disse que algumas coisas merecem atenção, como o aumento da inadimplência. Ainda assim, ele lembra que o crescimento do endividamento é proporcional ao crescimento do crédito. Também otimista, o presidente do Conselho Nacional da ABAC, Fabiano Lopes Ferreira, argumentou sobre os benefícios do consórcio. "O consórcio é um sistema importante para vários segmentos da indústria, pois colabora para que as empresas planejem a sua produção, isso porque elas passam a ter o cliente ao em vez do produto na prateleira", afirma.

Por fim, Reginaldo Zero, presidente da Fidelity, argumenta que não há como não ser otimista no Brasil quando se lembra da década de 1980 em que as dificuldades eram inúmeras. "Hoje o país nos permite ter esse positivismo", diz. Porém, para ele a preocupação deve ser mais com a política do que com o crédito. Segundo Zero, cabe a cada um criar um Brasil e ganhar coletivamente.  "A política é um ponto muito fraco no Brasil, se não cuidarmos, iremos trilhar um caminho perigoso", ressalta.
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