Construir preferência de marca
Eduardo Tracanella, diretor de marketing do Itaú Unibanco, fala sobre os desafios atuais
4 Outubro 2019  |  11:05h
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Eduardo Tracanella
Com os avanços tecnológicos, a cada dia é possível realizar mais funções pelo celular, ao toque de uma tela, nas palmas de nossas mãos. Em um único aparelho, acumulamos diferentes aplicativos que nos oferecem funções diversas, desde pedir comida, passando pela plataforma em que podemos assistir a filmes e séries e, até mesmo, outros em que podemos pagar contas e fazer transferências bancárias. E quando se trata de dinheiro, a preocupação é maior, não é mesmo? "As pessoas estão cada vez mais suscetíveis a testar, a experimentar o novo, o incerto. Somos e devemos ser a referência e inspiração para os nossos clientes e não clientes, principalmente em um segmento em que a solidez, confiança e expertise são características fundamentais," afirma Eduardo Tracanella, diretor de marketing do Itaú Unibanco. A marca foi escolhida pela 16ª vez consecutiva a mais valiosa do Brasil, pela Interbrand, e com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.

Pautados pelo entendimento de que vivemos na era da experiência, o time do Itaú trabalha focado no cliente, sabendo que o banco precisa se transformar na mesma velocidade que o público. "A relação do Itaú com os seus clientes é embasada na transparência, na autenticidade e na empatia, isso faz com que estejamos em constante evolução, que busquemos nos inovar e reinventar diariamente, de modo a continuarmos sendo o banco mais preferido entre os brasileiros," pontuou Tracanella. 

Positivo frente às mudanças tecnológicas, o diretor acredita que as novidades ajudaram a se aproximar do cliente e entender com mais facilidade quais são as suas necessidades a suprir. "Cada vez mais as pessoas são impactadas por um grande volume de informações. As pessoas, por exemplo, olham em média 183 vezes no celular e tem que assimilar um grande volume de informação. O dinheiro é só mais um ponto que necessita a atenção de nossos clientes. A tecnologia permitiu que ouvíssemos mais o cliente e que ampliássemos essa busca incessante de continuar sendo feito para eles, seja quem eles são hoje, ou em quem eles se transformem, pois nos transformaremos juntos, porque no final é nosso cliente que atualiza o Itaú." 

Tracanella também pontua que o banco sempre esteve atento a como se transformar em benefício do cliente, criando assim uma relação de confiança e preferência. "No Itaú, sempre nos preocupamos em fazer parte da jornada do consumidor, seja ao trazer experiências inovadoras ou soluções centradas no indivíduo. Por exemplo, fomos o primeiro banco brasileiro a ter caixa eletrônico e, desde então, continuamos inovando para trazer mais comodidade, segurança e simplicidade. Fomos o primeiro banco a possibilitar a abertura de conta por aplicativo, a permitir o uso do Apple Pay como forma de pagamento no Brasil, a ter um app leve para usuários com pouca memória no celular".

Assim, acompanhando as mudanças e oferecendo novos serviços e experiências aos clientes, Tracanella acredita que o Itaú continua a se firmar como referência em uma época em que as marcas são cada vez mais exigidas e comparadas. 
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