O que vem por aí?
Estudo aponta principais tendências impulsionadas por tecnologia e mudanças de comportamento
9 Setembro 2019  |  13:03h
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A Alelo divulga os resultado de um estudo de futuro sobre como as novas tecnologias e os novos comportamentos impactarão diretamente na rotina, na maneira de consumir e no relacionamento entre empresas e clientes, bem como nas formas de pagamento de bens e serviços. A pesquisa aponta cinco tendências: Consumo Consciente, Varejo Imersivo, A Era do Encantar, Flextabilidade e Pagamento Invisível.

Em "Consumo Consciente", as pessoas estão cada vez mais cientes do que podem exigir das marcas e empresas e de como elas podem fazer isso. A nova mentalidade é altruísta e voltada para a comunidade, mudando o comportamento de compra para um consumo mais responsável.

O varejo e o PDV foram analisados e a pesquisa traz o "Varejo Imersivo" como uma tendência, em que o ponto de venda físico já começa a ser redefinido para atender a outras demandas do consumidor. A otimização do tempo é um item importante. É preciso investir em novas alternativas de atendimento, nas quais o próprio consumidor pode controlar o tempo da sua jornada. Oferecer um ambiente mais interativo e caloroso também é necessário, além de fornecer conteúdos e até treinamentos, que façam sentido com o produto ou serviço oferecido.

O relacionamento com o consumidor foi estudado em "A Era do Encantar". Big Data e Inteligência Artificial ajudam a saber e a prever o desejo do consumidor, o que permite oferecer um atendimento mais personalizado que o encante. Mais do que atender será preciso entender os consumidores.

Entre as macrotendências apontadas pela pesquisa, a "Flexstabilidade" mostra que os profissionais brasileiros ainda não se sentem tão seguros com modelos de trabalho totalmente flexíveis. Sendo assim, o futuro do trabalho é previsto como um mix entre estabilidade e flexibilidade, permitindo que as pessoas continuem atuando em empregos formais, porém com maior equilíbrio entre suas vidas pessoais e seus trabalhos.

A maneira como se paga pelos bens e serviços já começaram a mudar e foi abordada na pesquisa como "Pagamento Invisível". O surgimento de dispositivos como o NFC, o conceito de internet das coisas e a biometria prometem evoluir ainda mais, tornando o dinheiro um elemento mais abstrato.

A pesquisa foi desenvolvida em parceria com a futurista Daniela Klaiman, formada em Tecnologia, Futurismo e Empreendedorismos pelo TIP (Transdiciplinary Innovation Program), da Universidade de Jerusalém, e com o apoio das especialistas: Monique Evelle, reconhecida pela Forbes como "30 under 30", idealizadora de diferentes negócios da comunicação, educação e empreendedorismo sustentável; Mariana Fonseca, fundadora da Mariposa, empresa produtora de conteúdo sobre tendências e impacto social, e Gabriela Augustini, fundadora e diretora executiva do Olabi, uma organização focada em estimular o uso de tecnologias para transformação social.
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