Inteligência geográfica
Cada vez mais presente nas empresas, geomarketing auxilia na capacidade de análise e tomada de decisão
13 Agosto 2013  |  16:57h
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Paulo Simão
Se antes era somente usada como uma nova forma para visualizar dados em um mapa, atualmente o geomarketing ganha espaço com seu uso mais abrangente. Isso vem se dando, especialmente, com a integração entre mapas e ferramentas de BI, CRM e Painéis Inteligentes de Gestão (DashBoards), segundo Paulo Simão, gerente da indústria de negócios da Imagem. "Mais de 80% dos dados de negócio das empresas possuem uma referência de localização, como endereço do cliente ou da loja, rede de atendimento e distribuição, ativos da empresa, entre outros itens. Ao utilizar a Inteligência Geográfica, é possível ter uma visão unificada dessas informações, normalmente distribuídas em diversos departamentos ou bancos de dados das empresas", explica. Segundo ele, os dados tornam-se acessíveis e interativos aos gestores das empresas, portanto melhora a capacidade de análise e tomada de decisão.

Ao ter informações unificadas com a inteligência geográfica, é possível entender o cliente, comportamento, padrões e informações sócio demográficas, podendo ter mais assertividade nas ações de marketing, segundo o executivo. "Cruzando com sua rede, investimentos em comunicação e presença de concorrentes, o retorno de investimento sobre marketing é mensurável", afirma Simão. Ele acrescenta que, ao adicionar dados de reclamações e comportamentos, o processo de relacionamento e fidelização é simplificado. "O que permite aos analistas terem informações concretas de necessidade e melhorias, apontando com subsídio as demais áreas da empresa, sobre como evoluírem a visão sobre o cliente", diz.

Na visão do executivo, entre os benefícios do geomarketing, o principal é o fato de permitir aos analistas de inteligências e gestores, que precisam analisar cenários e informações, terem acesso rápido e integrado aos diversos dados da empresa. "Ou seja, o tempo passa a ser consumido para análise de cenários e tomada de decisão, e não mais no esforço de reunir, configurar e organizar de dados", afirma Simão. Além disso, segundo ele, a inteligência geográfica auxilia na gestão, ao ampliar a integração entre departamentos e elevar a capacidade analítica dos cubos de inteligência. "E, também, ajuda a reduzir o tempo investido na reunião de dados e permitir redução de custos com processos frequentes (relatórios mensais automatizados) e elevar o entendimento sobre clientes, parceiros e sua rede", conclui.
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