O cliente é o patrão
Sem ter um público ideal, Chandon é quem se adapta às mudanças e necessidades
15 Janeiro 2016  |  08:33h
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Gontijo Pinto
Qual é o procedimento certo para a criação de uma base sólida de clientes? A empresa deve idealizar um tipo de público-alvo para, então, suprir suas necessidades e expectativas, ou, na verdade, ela deve procurar se estruturar para todos os tipos de clientes, a fim de atraí-los? O diretor comercial da Chandon do Brasil, Gontijo Pinto, acredita que a segunda opção é mais viável rumo à construção de um relacionamento estável com os consumidores. Afinal, para ele, o cliente é o patrão. "Cabe à empresa se adaptar ao cliente. Ele é o foco principal de toda organização perene."

Dessa maneira, seguindo sua visão, não existe um cliente ideal para a empresa. Mas sim um negócio que se tornará ideal para o consumidor. Portanto, a dinâmica de lançar um produto ou serviço no mercado, esperando que agrade algum nicho não é uma dinâmica adequada, na opinião de Pinto. Para ele, "o produto e a empresa devem buscar se adequar constantemente às mudanças de hábito dos consumidores e clientes".

O que, claro, é um grande desafio para as companhias, vide a forma como a sociedade se encontra cada dia mais acelerada nas suas transformações, obrigando, assim, uma postura muito mais atenta para acompanhar a demanda ágil dos clientes. Ainda mais em momentos como este, em que o foco é redobrado para não perder o cliente, que está mais inseguro e contento seus gastos. "Em tempos de crise e dificuldades de mercado, devemos buscar constante atualização das necessidades dos consumidores, para, assim, trazermos soluções para suas demandas e satisfação", comenta o executivo.
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