É o fim do qualquer coisa!
Com cliente mais exigente, Blue Tree vê maior importância da excelência nos produtos e serviços
11 Março 2016  |  17:11h
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Chieko Aoki
Não apenas porque estamos em um momento de economia abalada que cada centavo é valioso para as pessoas. Cada vez mais elas têm dado valor ao seu dinheiro e a forma como investem nele. Hoje, ele procura fazer aquisições conscientes e, de preferência, de empresas que também tenham esse discernimento e cuidado naquilo que oferecem. Para a fundadora e presidente da rede Blue Tree Hotels, Chieko Aoki, esse é um motivo e tanto para se comemorar no Dia do Consumidor. "O consumidor está mais criativo, exigente, criterioso, consciente do preço e dos benefícios da qualidade. O que cria um círculo virtuoso produtor-varejo-consumidor e foco na excelência dos produtos e dos serviços. Celebro o enterro do 'qualquer coisa'", afirma.

Com isso, as próprias empresas modificaram sua forma de produção e focar mais nesse querer do público. Provando um maior amadurecimento em prol do relacionamento, ao seguir tais tendências comportamentais. "Quando entendemos a expectativa do cliente e entregamos custo x benefício com qualidade, chegamos à sua satisfação. Este é o início da virada das relações", relata a executiva. O retorno disso, segundo ela, é o orgulho de ver quando se é possível tocar na alma da pessoa e fazer com que ela se torne uma promotora da marca. Na qual, no fim, todos saem ganhando. "Para que o espírito da empresa de encantar o cliente seja realizado, é fundamental a contínua disseminação e fortalecimento da cultura e valores que a fizeram diferente, trabalhar os predicados que fortaleceram a fidelização dos consumidores", indica.

No caso da Blue Tree, fortalece-se a "Alma Blue Tree", cuja missão é sempre ouvir o cliente. A própria Chieko assume que realizar visitas nos hotéis da rede, lê o guests comments diariamente e observa o comportamento de seus consumidores. "Esses feedbacks são termômetros importante para analisarmos a percepção sobre nós: onde falhamos, como podemos melhorar e o que ainda não estamos fazendo?", analisa. Sem contar que é um caminho rumo à uma das tendências que a executiva considera como importantes para este ano, a relevância. "Ser relevante, saber que não é possível ser tudo para todos, sem correr o risco de não ser nada. É ouvir, entender, desejar oferecer o melhor e vibrar com a alegria do cliente com os nossos produtos e serviços."

É a prova de que é preciso ser cada vez mais incansável na procura de oferecer o melhor aos clientes. Em entender as suas expectativas, desde as evidentes até as não visíveis. A fim de criar laços não somente simples relacionamentos. "Por meio dos laços, eles compartilham suas ideias e expectativas e com isso o fornecedor poderá andar um passo adiante e gerar inovações. Neste círculo virtuoso, é fundamental disseminar nos colaboradores a cultura da empresa de sempre encantar os clientes com o melhor de hoje e o melhor imaginado amanhã", completa.
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