Como ter sucesso com marketing on-line?
A grande dica é sempre entender a volumetria dimensionada para a campanha promovida
21 Outubro 2011  |  10:40h
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Autor: Paulo Piccini
 
A internet é um dos principais canais de comunicação em que os profissionais consolidam cada vez mais as suas ações. As campanhas de marketing são idealizadas em um formato que se aplique ao público da web, dada sua imensa capacidade de propagar as informações com rapidez, alcançando a grande massa de internautas.
 
Parte da estratégia das empresas, as campanhas de marketing on-line exigem certa atenção para que o efeito esperado não seja justamente o seu oposto. Ou ainda, que o objetivo ultrapasse a estimativa inadequadamente. Poderíamos citar diversos feitos e efeitos de "campanhas tiro no pé", mas do que adiantaria ressaltá-las sem apontar soluções ou precauções que previamente poderiam ou deveriam ser tomadas?
 
É difícil prever com exatidão o que poderá acontecer ao gerar uma campanha de marketing na internet. Porém, durante o planejamento inicial é imprescindível estar atento à questão da infraestrutura da web. Ao contratar um serviço de hospedagem, é importante realizar uma espécie de consultoria de melhores práticas a serem utilizadas. Desta forma, é possível evitar a indisponibilidade do site por uma alta quantidade de acessos, por exemplo.
 
As empresas de hosting para campanhas on-line oferecem inúmeros serviços e tecnologias para ajudar a sanar problemas antes mesmo de eles acontecerem. Desde simuladores que testam o funcionamento do servidor, até dicas em como evitar possíveis dores de cabeça advindas de pequenos detalhes. É importantíssimo o critério na escolha do parceiro e conhecer o padrão de serviço por ele provido assim como a velocidade com a qual consegue resolver contratempos comuns em campanhas que atingem sucesso maior que o esperado.
 
Um dos acontecimentos mais comuns é o dimensionamento errôneo da infraestrutura do ambiente. Isso acontece quando se conclui que o volume de acessos não impacta diretamente no que foi contratado, ou ainda, que a dinâmica da aplicação não cause uma necessidade de mudanças na arquitetura. Para evitar o ocorrido, é importante compartilhar dados do plano de mídia e explicar à empresa de hospedagem qual a dinâmica do site. Ou seja, se haverá ou não upload de arquivos, campanhas de mídia em TV, Internet (em comunicadores, portais, redes sociais), além da interação em tempo real com twitter e facebook.
 
Aliás, um exemplo típico é baseado em ambientes preparados para receber um site institucional, sem grande apelo ou volume de acessos e que, sem aviso prévio, ocorre uma divulgação no twitter feito por uma grande celebridade. Esse tipo de ação, normalmente ocasiona picos de acessos simultâneos infinitamente maiores que os dimensionados para suportar o site.
 
Portanto, a grande dica é sempre entender a volumetria dimensionada para a campanha promovida, assim como qual o tipo de mídia foi contemplada. Expor a real dinâmica do site; identificar os canais utilizados para exposição do projeto na mídia e em quais datas/horas; verificar se o projeto tem comportamento viral, onde os usuários começam a replicar o conteúdo entre si, chamando cada vez mais usuários para o site e apurar se haverá campanhas ou interação com redes sociais, microblog ou presença de celebridade divulgando ativamente o projeto.
 
Com todas essas informações, é importante salientar que o compartilhamento de todas as ações que a campanha irá demandar deve ser dividido com a empresa que hospedará o site. Isso será um facilitador quanto ao dimensionamento mais preciso de banda de internet e quantidade de servidores utilizados proporcionando assim, maior sucesso no desenvolvimento da campanha.
 
* Paulo Piccini é diretor executivo da Ananke
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