Dr.consulta aposta em robôs
Além de apoiar no atendimento por telepresença, tecnologia é responsável pela pré-consulta dos pacientes no Centro de Pesquisa e Inovação
12 Fevereiro 2019  |  15:23h
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Na última semana, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução para regular a telemedicina, ou seja, autorizar o uso de recursos tecnológicos para facilitar e diminuir distâncias entre médicos e paciente. Antecipando-se a esse movimento, o dr.consulta trabalha com um robô de telepresença em seu Centro de Pesquisa e Inovação desde julho do ano passado. Além disso, o centro de pesquisa tem um modelo diferenciado de atendimento, onde os pacientes contam com o apoio de Maria Bonita, robô responsável por fazer a conexão entre quem está sendo atendido e outros especialistas da rede. "O fluxo de atendimento é diferente e foi pensado para que o paciente tenha autonomia e aproveite ao máximo o tempo com o seu médico", explica Tatiana Hirakawa, diretora de Pesquisa e Inovação do dr.consulta.

Após chegar na unidade e realizar o self check-in na recepção, o paciente é encaminhado à pré-consulta inteligente, com auxílio de uma balança eletrônica multifuncional. O equipamento afere pressão, frequência cardíaca, peso, altura e IMC e está conectado ao sistema de dados integrado, desenvolvido pelo dr.consulta. As informações coletadas pela balança são cadastradas automaticamente e o médico tem acesso imediato. Cada paciente do dr.consulta possui um prontuário eletrônico integrado que armazena todo seu histórico de saúde, resultados de exames diagnósticos, medicações prescritas e tratamentos recomendados.

Após a pré-consulta, o paciente é orientado a ir para a sala de atendimento. Seguindo o conceito de deixar cada vez mais humano a relação entre profissional e paciente, não há cadeiras, nem mesas e os consultórios são equipados com sofás e poltronas para aproximar o médico da pessoa que está sendo atendida. As salas têm estrutura para a realização de coleta de sangue e de eventuais exames necessários. Os médicos trabalham com um tablet, por onde têm acesso ao prontuário eletrônico do paciente e todas as informações da pesquisa que está sendo realizada. "Pensamos em um modelo de atendimento em que o paciente é o dono do consultório. Ele não precisa ficar se locomovendo pelo centro médico, a equipe de saúde vai até ele e trabalha ao seu redor", explica Tatiana.
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